quinta-feira, 7 de abril de 2011

A ENERGIA DO CONTROLE


Imagine a seguinte situação: você está organizando a sua viagem de férias. Começa meses antes a pesquisar um lugar para ir passar seus 15 dias de folga. Realiza várias buscas na internet, visita agências de viagem, compara os pacotes, o meio de chegar ao destino, as vantagens que cada um oferece. Escolhe o melhor custo-benefício dentro do que você quer.
Agora passa a organizar a sua mala para providenciar todos os itens necessários para os 15 dias.
Depois, combina com uma pessoa de vir a sua casa neste período para dar comida ao seu peixe e molhar suas plantas.
Seleciona o telefone de um taxista que virá buscá-la para levar ao aeroporto.
Pronto, agora é só contar os dias para viver o seu paraíso.
Dois dias antes da viagem repassa a mala, fala com o taxista, confirma a pessoa que cuidará da sua casa. Tudo sob controle. Controle?
No dia seguinte recebe um recado da pessoa que cuidaria do seu peixe. Está doente, não poderá ir. O que você faz? Grita loucamente ao telefone para a pessoa que isso não é justo que já estava tudo planejado? Um stress desnecessário, já que ela não virá mesmo!
O problema não está no imprevisto, mas em como reagimos a ele. Quem pensa ter tudo sob controle sofre em dobro.
Planejar é útil e necessário, mas encarcerar o planejamento é desgastante e faz com que a pessoa não consiga enxergar uma saída alternativa das situações que fogem ao que foi estabelecido anteriormente.
A energia colocada no controle e não no planejamento transforma a pessoa em escrava da situação, causando um desgaste tão grande que pode, até, levar à depressão.
Uma boa opção é encarar as novas situações, as mudanças repentinas, como um presente do Universo, que sempre busca o melhor meio de nos conectar a experiências valiosas para nosso engrandecimento pessoal.
O que fazer, então? Busque alternativas, mantenha a cabeça fria. Não pragueje, deixe fluir.
Não é um aprendizado fácil para os controladores inveterados, mas é possível e fará de quem assim age uma pessoa mais feliz, mais leve e pronta para encarar os desafios de forma positiva e enriquecedora.
Controle menos, viva mais!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A ENERGIA DA MUDANÇA


Dizem que entramos numa era regida por Chiron, arquétipo do curador, do terapeuta, do médico holístico. Metade homem, metade animal, Chiron tinha uma ferida incurável, fonte de muitas dores e sofrimentos. Segundo a mitologia, Chiron era imortal, portanto, estava condenado a sofrer essa ferida para sempre. Então, ele fez um acordo com Zeus e trocou sua imortalidade por sua cura. O simbolismo do mito ensina que para curar é preciso morrer, morrer para um estado de ser para renascer em outro.
E assim ele se torna um curador na arte de curar o corpo (sua ferida) e de curar o espírito (morte/renascimento). Nasce a antiga medicina holística, da síntese entre os cuidados do corpo e do espírito. Por isso os terapeutas eram sacerdotes e os sacerdotes, terapeutas.
Esse pequeno relato mostra que no início, o saber era transdisciplinar, holístico, integrado. Por que não resgatar esse princípio tão necessário à nossa época? Mas, para isso, seria preciso que houvesse uma abertura maior do universo acadêmico e uma compreensão mais holística da existência humana.
Nunca entendi muito bem a necessidade de divisão entre as disciplinas, as especializações, a setorização do conhecimento. Os cursos e as formações acadêmicas disponíveis hoje são estritamente disciplinares: ou você é um especialista disto, ou daquilo. Como ampliar o alcance do nosso olhar, da escuta, do saber? Quando se tem um médico que atua fisiologicamente, ele não foi preparado para entender o psiquismo ou as formações do inconsciente; quando se tem um psicólogo que escuta as dores da alma, ele não sabe quase nada sabe do corpo físico. Quando se fala em espiritualidade, temos de procurar um sacerdote porque estamos no campo da fé, da religião.
Eu me pergunto: onde estão essas divisões no ser? Quem determinou quando termina o físico e começa o psíquico? Porque o espírito é sempre deixado de fora como se não fizesse parte de nós? Somos seres transdisciplinares (para além das disciplinas), holísticos e integrados; fazemos parte do Todo.
Em novembro de 1994 aconteceu em Portugal o Primeiro Congresso Mundial de Transdisciplinaridade. Na ocasião foi redigida uma Carta, constituindo uma espécie de contrato moral para todos aqueles que comungam os princípios transdisciplinares. Nela se propunha uma nova visão de ser humano como integrante de uma ordem mais ampla, que abrange a dimensão cósmica e planetária. O planeta Terra é reconhecido como a pátria de todos, além das nacionalidades. Em relação à ciência, esta Carta propõe a abertura do conhecimento também ao imaginário, à sensibilidade, à intuição e à subjetividade.
A ética preconizada pela Carta afirma três princípios básicos, que são: o rigor, a abertura e a tolerância. Isto significa que, mesmo abrindo-se a ciência para a subjetividade, o rigor é necessário. A abertura significa a aceitação do desconhecido, do inóspito, do imprevisível, daquilo que foge ou está além de nossas conceituações teóricas; e a tolerância é o respeito e o reconhecimento da diferença, do outro, daquilo que ultrapassa nosso entendimento e limitações pessoais.
Surgiu, portanto, esta visão transdisciplinar, de uma urgência de comunicação entre os saberes fragmentados e das especializações, que reduziam o ser humano a ser mero receptáculo de conhecimentos e tecnologias cada vez mais avançadas - mas ele mesmo, o sujeito, silencioso e ausente. Surgiu para mostrar que não podemos continuar a fragmentar a vida em partes separadas entre si.
Uma das mudanças práticas da transdisciplinaridade aplicada à política é que a economia deve estar a serviço do ser humano, e não o contrário. Ora, viva!
É isso que esse novo conceito holístico e integrativo está tentando nos mostrar. Para ver a luz, precisamos sair da caverna de nossas especializações, de nosso olhar pequeno e limitado, e redimensionar, mudar o foco para outras maneiras de ver as coisas. E quando a nossa visão de mundo muda, o mundo também muda.
*Por Mani lvarez - CLASI - www.clasi.org.br

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A ENERGIA DA MEDITAÇÃO



Proponho neste momento uma forma diferente de meditar. Não como algo pontual que deva ser feito em um determinado momento específico, mas em sua totalidade. Algo tão inovador para nós que muitos custam a compreender seu significado mais profundo. MEDITAÇÃO É SENTIMENTO. Assim sendo, é importante que se viabilize a possibilidade das pessoas compreenderem o significado da Meditação que se "É" e não que se "ESTÁ". Ou seja: não devemos "estar" em meditação e, sim "ser" a própria meditação. O princípio é simples e poderoso e está contido na máxima de Gandhi: "seja a mudança que você quer no mundo".
Logo, como exemplifica Gregg Braden, de nada adianta você correr feito louco, infringir leis de trânsito, xingar pessoas pelo caminho, causar um alvoroço dentro de si próprio por estar atrasado para um evento que irá “meditar pela paz”. Melhor que meditar, pontualmente, pela Paz é se transformar nela. Esta é a forma mais eficaz e eficiente de mudar o mundo.

"Existem belas e impetuosas forças dentro de nós" - São Francisco de Assis

"Se puseres a tua alma junto a esse remo (as forças impetuosas de S. Francisco) comigo, o poder que formou o Universo entrará no teu tendão desde uma fonte que não está fora dos teus membros, mas desde um reino sagrado que está dentro de nós" Rumi (poeta sufi)

O ser humano é muito mais poderoso do que imagina!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A ENERGIA QUE DESTRÓI AS COISAS BELAS

*TRECHOS TRADUZIDOS DO LIVRO “THE MEDICAL MAFIA” (A Máfia Médica). O livro causou tal polêmica que a médica canadense Ghislaine Lanctôt foi julgada pela "Medical Board", considerada "culpada" e a sua carteira profissional retirada de forma definitiva. Trata-se de um livro polêmico que revela como os governos, as organizações internacionais, os laboratórios e as entidades financeiras em geral manipulam os sistemas ligados à saúde.

A MAIOR DOENÇA = O MEDO

Medo de perder o que temos; medo de não ter o que desejamos. Medo do passado, medo do futuro. Medo de ser roubado, violentado, condenado, ridicularizado, abandonado. Medo do fracasso, medo de perder seu emprego. Medo de perder o avião, medo do escuro... O medo é a cesta que contém todas as emoções. Tudo está dentro dela. O medo paralisa a consciência: torna-nos cegos e impotentes. O medo aumenta continuadamente na nossa sociedade com a criminalidade, perda de empregos, falências, recessão, doenças, guerras, violência... Existem muitas razões para se ter medo. Ainda mais por que a mídia NÂO fala de outra coisa. Quando foi que você ouviu falar sobre boas notícias - à parte as esportivas - nos últimos anos? Com a exceção de alguns artistas (que na sua maioria morrem de fome), quem nos fala de amor? ''Eles'' nos impõem o medo. E como o pensamento gera a realidade as desgraças, fatalmente, chegam. Daí, quando escutamos a notícia de que 4 em cada 10 mulheres terão um câncer de mama, imediatamente, pensamos que poderemos ser nós, e temos medo...
O pensamento e a emoção ''câncer'', implantam-se em nossos corpos sutis e o câncer fará sua aparição no corpo físico, cedo ou tarde: nós o programamos.
O medo é o veículo da doença. E, portanto, mergulhamos dentro dele a cada instante. Todas as forças contribuem: o governo com seus investimentos minguados, a economia com sua dívida enorme, as notícias com seus horrores, o futuro incerto. É como se TUDO à nossa volta nos desse a mão para nos tornarmos doentes.
O medo paralisa, congela. A crença é sua irmã gêmea, que exerce tantos estragos sobre o pensamento quanto o medo sobre as emoções. A crença mais enraizada é aquela de que os homens são diferentes.
Ter recurso à medicina científica para a prevenção é tão devastador quanto a defesa armada. É como matar uma mosca com um golpe de martelo: nunca conseguimos matar a mosca, mas conseguimos sempre quebrar a vidraça.

A MÁFIA MÉDICA

- O PACIENTE: é o explorado por excelência. Aos olhos do fabricante, quanto mais ele consumir seus produtos, melhor será. Quanto mais doente ele for, mais lucro lhes trará. É preciso, então, fazer com que ele seja mais e mais doente e que os remédios não o curem e que ele desenvolva outras doenças. A única coisa que realmente conta são os LUCROS, os quais fazem a Bolsa seguir a evolução dos cursos.

- O MÉDICO: é o vendedor - inconsciente - da indústria, a ferramenta de promoção desta. As autoridades o formam, de tal maneira que ele servira suas necessidades ao pé da letra, sem jamais duvidar, nem questionar sobre a verdade sacro-santa que ensino médico formal lhe inculcou sob forma de doutrina absoluta. Os estudantes de medicina, cheios de boa vontade e, sobretudo, ávidos, engolem tudo o que lhes é ensinado. Como terão eles a ideia de contestar? De qualquer maneira eles consagram tantas horas de estudo e trabalho, que não lhes sobra tempo algum para refletir. Apos 5/10 anos de tal tratamento, qualquer um cairia dentro da Inconsciência Tranquila. E eles caem. Eles são comprados com privilégios financeiros e/ou hierárquicos, dependendo do caso.
A este = prestigio; àquele = poder; a um outro = dinheiro. Todos (ou quase) são compráveis, em geral, à sua satisfação.
Quanto ao TERAPEUTA, este é declarado charlatão, ilegal e é eliminado - ou integrado ao sistema e controlado.

- OS HOSPITAIS, CLÍNICAS, LABORATÓRIOS E FARMÁCIAS: são os distribuidores do fabricante. Eles são seus cúmplices e levam seus produtos até o paciente. Assiduamente. E são muito bem pagos. A recompensa de uma assim tão boa colaboração é, geralmente, de ordem financeira.

- A INDÚSTRIA: é o explorador. É o 'padrinho' do sistema médico. É o grande ditador e beneficiário da doença. Sob a cobertura de pesquisador científico e preocupado com a humanidade, ela vai semeando a doença a todos os ventos, e recolhe os lucros. Com dedos hábeis, ela puxa os barbantes do sistema, na direção de sua escolha e interesse. Ela age na sombra e por pessoas interpostas. Ela controla toda a medicina desde a universidade de medicina, até a última malha da prática. Mesmo o paciente que ela solicita através da mídia, não saberia escapar-lhe. Ela tem sua presença marcante em todos os lugares.
Seu imenso poder oculto lhe submete todos os níveis de 'autoridades', sejam governamentais, médicas e midiáticas, pois, é ela quem finalmente permite e garante a estes subirem ao poder e à notoriedade. O que ela simplesmente lhes pede em troca é que NÃO se esqueçam e que NÃO mordam a mão que lhes alimenta.
Ela reina como mestre e rainha; tanto docilmente pela corrupção, tanto ditatorialmente pelo medo, ameaça e castigo.

- AS AUTORIDADES: são os usurpadores. Elas criaram as instituições e as leis para desprover o paciente de seus direitos financeiros e legítimos sobre sua saúde e destes se apropriar. Eles tiraram do paciente sua Autoridade Divina Legítima e a substituíram pelas autoridades estabelecidas legais.
Para não levantar suspeita, as autoridades escondem-se atrás de um paravento: o GOVERNO, este grande impostor. Com seu ar de apóstolo bonzinho, ele nos desempossa em prol da indústria. As instituições e as seguradoras são colocadas sob seu controle direto ou indireto. Ele é nomeado por nós, pago por nós, mas ele nos vende à indústria. Ele nos trai. O governo e seus organismos ('as autoridades') estão em débito com a indústria que os financia. Nós os veneramos. Nós lhes concedemos um enorme poder. Os eleitos e os funcionários conservarão esse poder estabelecido pela indústria enquanto eles seguirem as regras do jogo ditadas pelo verdadeiro patrão, a INDÚSTRIA.
Graças ao governo, as seguradoras controlam o dinheiro e as instituições controlam a prática medica. Escondido atrás do paravento do governo e de seus organismos (seguradoras e instituições médicas) e graças à nossa (IN) consciência adormecida, a INDÚSTRIA pode nos desapossar da nossa Autoridade Suprema de paciente e desta se apropriar. É a usurpação do poder. É um golpe de estado suave...
(pág. 90)

ALGUNS EXEMPLOS DE 'BONS NEGÓCIOS'

-OBESIDADE: como todo mundo sabe, a obesidade é o resultado de um problema emocional que leva ao acúmulo de gorduras. Cada um de nós certamente conhece pessoas magras como palitos que comem como elefantes. Sabemos, também, que o ganho de peso está ligado a um momento significativo sobre o plano emocional na nossa vida. Também sabemos que quando nos desembaraçamos dessas velhas emoções que nos corroem, nosso peso se restabelece e a obesidade se evapora. A obesidade, porém, é enormemente LUCRATIVA. Ela traz somas enormes de dinheiro à indústria, mantendo, ainda, as pessoas submissas às autoridades, que as fazem sentir anormais e culpadas de comer em excesso.
-ESTERILIDADE: é a consequência em grande parte da poluição da água, do ar, dos alimentos. Ora, esta poluição traz lucros enormes à indústria, não devendo ser, portanto, tocada. Além de que a esterilidade abre portas a um outro mercado: o da fertilização in vitro.
-CÂNCER DO SEIO: É uma doença da Alma. O câncer é o resultado dos sentimentos de desespero e impotência. As autoridades proclamam a altos brados que uma mulher entre 3...4...5...ou 9 terá o câncer do seio, programando dessa forma, as pessoas para que isso se realize. E ainda incitam as mulheres a fazer mamografias regularmente, criando nelas o medo do câncer, do qual conhecemos o resultado. Quando as mulheres fazem o exame, estão pensando 'doença' e não 'saúde'; a mamografia significa fazer a despistagem precoce e não a prevenção (além de estarmos expondo os seios, que possuem os tecidos mais sensíveis de todo o corpo, às radiações, com doses frequentes desta última). A verdadeira prevenção: estimular a confiança das mulheres nelas próprias e em seu poder e divindade interiores.
-COLESTEROL: não é uma doença, mas um numeral. Em nos reduzindo a meros números, vendem-nos pílulas que nos deixam doentes. Se nos consideramos como seres humanos, não nos trataremos por números, mas como uma pessoa com sua consciência, seus pensamentos e suas emoções... O colesterol baixará por ele próprio quando não mais necessitarmos de seu aviso.
A indústria, porém, NÃO pode lucrar se tratarmos das emoções!!!!
-DEPRESSÃO: ter uma depressão é ter uma INICIAÇO: uma passagem de um estado de consciência a um outro. É o vale entre duas montanhas, entre duas ondas. É um estado NORMAL de nossa evolução. Ter uma depressão (ou um burn-out) é morrer (descer a encosta) para renascer (subir outra encosta). A depressão é vivida como uma morte. Em vez de explicar aos pacientes que eles estão crescendo em sua consciência, que eles estão avançando um passo na vida, melhorando, assim, sua condição de saúde, as autoridades nos dão medicamentos que nos desconectam da nossa consciência e nos submergem, ainda mais, dentro da obscuridade. Nossa depressão não nos terá servido a nada. Teremos tido, então, apenas o lado negativo do sofrimento.

Vivemos numa época de grandes TRANSFORMAÇÕES da consciência. Cada mudança de nível desta é acompanhada por fenômenos físicos bizarros... Na maioria das vezes inexplicáveis, cientificamente. Não nos inquietemos. Vivamo-los. E, sobretudo, abstenhamo-nos de tomar medicamentos que nos transformarão em ZUMBIS perdidos. (pág. 102)

O PORQUÊ DESTA CARNIFICINA MORTAL

Qual o objetivo das autoridades mundiais em destruir a saúde das populações - de países industrializados como os do Terceiro Mundo - e de exterminá-la? É difícil presumir as intenções das pessoas, sobretudo, quando não as conhecemos de perto. Alguém, em algum lugar, tem certamente o interesse em manter as vacinações, promovendo-as através de campanhas de vacinação em massa. Uma coisa é certa: isso não é do nosso interesse, enquanto pacientes. Por falta de conhecer os benefícios e os beneficiários, examinemos as CONSEQUÊNCIAS dos programas de vacinação em massa e tiremos nossas conclusões.

1 - A vacinação custa caro: cerca de um milhão de US$/ano. Então como já vimos acima, ela traz benefícios à indústria: multinacionais de vacinas e farmacêuticas. Uma vende as vacinas, a outra todo o material médico para atender as numerosas complicações que a vacinação exige. Lucros galopantes para elas, despesas galopantes para nós... Até que estejamos enforcados e prontos a aceitar o inaceitável... Como a medicina socializada nos EUA, por ex.

2 - A vacinação afeta o sistema imunológico (defesa do organismo). Repetida, ela enfraquece o sistema imunológico. Ela oferece uma segurança enganosa, visto que ela abre as portas a todas outras doenças, notadamente as doenças da AIDS que podem se desenvolver num corpo cujo sistema imunológico encontra-se perturbado. Ela faz explodir a AIDS silenciosa. Ela assegura um mercado de doença perpetuamente florescente.

3 - A vacinação engendra a violência social e o crime. Qual melhor maneira de desestabilizar um país, de desarmar seus habitantes e de reforçar os controles policiais e militares? As autoridades criam, sutilmente, as situações de pânico e medo na população que, por sua vez, reclama o reforço de "medidas de proteção", tal qual o veto de porte de arma pelo cidadão. As autoridades aparecem, então, como salvadoras e apertam seu controle. Para impor um exército mundial único, necessário faz-se desarmar todos os cidadãos de todos os países.
É necessário, portanto, criar a violência para fazer as pessoas abandonarem suas armas, sobretudo nos EUA, onde esse direito é garantido pela Constituição!

4 - A vacinação cria a dependência médica e reforça a crença na ineficácia do nosso SISTEMA IMUNOLÓGICO. Ela cria pessoas que devem ser assistidas permanentemente. Ela substitui a confiança em si mesmo pela confiança cega no que vem de fora. Ela provoca a dependência financeira e engendra a perda da dignidade pessoal. Ela nos arrasta dentro do círculo vicioso da doença (medo - pobreza - submissão) e garante, assim, a submissão da tropa, para melhor dominá-la, explorá-la e conduzi-la ao abatedouro. A vacinação provoca a dependência moral e financeira dos países do Terceiro Mundo em prol dos países desenvolvidos (dons, vacinas, equipamentos para administrá-los...). A vacinação perpetua o controle social e econômico dos países desenvolvidos sobre os do Terceiro Mundo.

5 - A vacinação esconde os verdadeiros problemas sócio-políticos (pobreza de uns graças à exploração de outros), trazendo pseudo-soluções tecno-científicas tão complicadas e sofisticadas que os pacientes não podem compreender. Desviando os fundos que deveriam servir ao melhoramento das condições de vida e dirigindo-os aos bancos das multinacionais, a vacinação cava ainda mais a fossa entre os ricos dominadores e os pobres explorados.

6 - A vacinação dizima as populações. De maneira aguda nos países do Terceiro Mundo, de maneira crônica, nos países industrializados. A esse efeito, escutemos Robert McNamara, antigo presidente do Banco Mundial, antigo secretário de Estado dos EUA, que ordena os bombardeios massivos do Vietnam: "É necessário tomar medidas draconianas de reeducação demográfica contra a vontade das populações. Reduzir as taxas de natalidade mostrou-se impossível ou insuficiente. É necessário, portanto aumentar a taxa de mortalidade. Como? Através de meios naturais: a fome e a doença. ("J'ai tout compris" - editora Machiavel, fevereiro 1987).
7 - A vacinação permite a seleção das populações a serem dizimadas. Ela facilita os genocídios localizados. Ela permite matar as pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região... e deixando outras irreparáveis... em nome da saúde e bem estar de todos, evidentemente.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A ENERGIA DA MUDANÇA



Sua intuição lhe diz que o mundo pode estar indo por um caminho equivocado? Então entre aqui, conheça o Projeto Vênus, e entenda os seus sinais internos: www.thezeitgeistmovement.com

E assista ao vídeo "Zeitgeist Addendum" aqui: http://video.google.com.br/videoplay?docid=-5814730160244204337&ei=m9E0S9_wGJOerAKi9fj0CQ&q=Zeitgeist+Addendum#

sexta-feira, 2 de julho de 2010

A ENERGIA DE SPINOZA: SUPERSTIÇÃO, DEUS E O ERRO JUDAICO-CRISTÃO

“Pela decisão dos anjos e julgamento dos santos, excomungamos, expulsamos, execramos e maldizemos Baruch de Spinoza... Maldito seja de dia e maldito seja de noite; maldito seja quando se deita e maldito seja quando se levanta; maldito seja quando sai, maldito seja quando regressa... Ordenamos que ninguém mantenha com ele comunicação oral ou escrita, que ninguém lhe preste favor algum, que ninguém permaneça sob o mesmo teto ou a menos de quatro jardas, que ninguém leia algo escrito ou transcrito por ele.” (parte do texto de excomunhão de Spinoza pela comunidade judaica de Amsterdã a 27 de julho de 1656)

A filosofia de Spinoza é uma crítica da superstição em todas as suas formas: religiosa, política e filosófica. A superstição é uma paixão negativa nascida da imaginação que, impotente para compreender as leis necessárias do universo, oscila entre o medo dos males e a esperança dos bens. Dessa oscilação a imaginação forja a ideia de que o homem é um joguete de uma Natureza caprichosa, concepção que é projetada num ser supremo e todo-poderoso que existiria fora do mundo e o controlaria segundo o seu capricho: Deus.
Nascida do medo e da esperança, a superstição faz surgir uma religião onde Deus é um ser colérico ao qual se deve prestar culto para que seja sempre benéfico. A superstição cria uma casta de homens que se dizem intérpretes da vontade de Deus, capazes de oficiar cultos, profetizar eventos e invocar milagres. A superstição engendra, portanto, o poder religioso que domina a massa popular ignorante.
Toda filosofia que tentar explicar a Natureza apoiada da ideia de um Deus transcendente, voluntarioso e onipotente, não será filosofia, será apenas uma forma refinada de superstição.

Em sua obra Spinoza procura mostrar de que modo Deus se produz a si mesmo, às coisas e ao homem, demonstrando que esse modo de autoprodução é o próprio modo de produção do real. Com isso, elimina a principal ideia sustentáculo da teologia e da filosofia cristãs: a ideia da criação, isto é, um Deus pré-existente que tira o mundo do nada.
Deus é a Substância (do latim substantia: essência), ou seja, o Ser que é causa de si, que existe em si e por si, que é concebido em si e por si e que é constituído por infinitos atributos, infinitos em seu gênero e cada um deles exprimindo uma das qualidades infinitas da substância. Deus é a própria Natureza.

Para o filósofo, o erro é uma abstração. O erro não é uma ausência de conhecimento, mas um conhecimento parcial ou mutilado da totalidade, isto é, abstrato (separado). O erro consiste em anexar conhecimentos parciais para querer retirar daí um conhecimento geral, e este será, também, abstrato na medida em que resulta de uma simples justaposição de realidades.

Em sua obra Ética, a expressão Deus ou Natureza tem vários significados: 1. o ato pelo qual Deus se produz é o ato pelo qual produz as coisas; 2. Deus é a causa de si mesmo e das coisas como causa imanente e não transcendente; 3. a produção divina não visa fim algum, é o seu próprio fim, ou seja, entre o ato de produção e o produto não há distância a separá-los, são uma só e mesma coisa. Separar o produtor do produto é aceitar a incompreensibilidade divina, o mistério da criação e o mistério da Natureza. É ser vítima da superstição. É ter uma compreensão alienada da produção, pois ao separar o produtor do produto, este não permite mais identificar seu produtor e o homem passa a imaginar o produtor possível, acabando por chegar ao Deus voluntarioso, que tudo governa para e segundo seus caprichos.

E por aí vai...

Para saber mais: “Pensamentos Metafísicos: tratado da correção do intelecto; ética" – Editora Nova Cultural – ISBN 8513002380

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A ENERGIA DA POESIA


A Mãe do Vento
Teresa Vergani

Estrelejar conjuga-se como gotejar ou irisar.
Vivem densidades luminescentes tão ocultas
que atiram o seu ponto de fusão
para o lado do arco-íris que não vemos.

O luar é um vento irisado derramando-se
em pérolas fluídas a latejar concêntricas.
A lua um manso redemoinho circular com a paz
muito húmida lá dentro a amadurecer
e a desaparecer de tempo em tempo.

O vento precede-nos envolve-nos e devolve-nos,
mais íntimo que a linguagem que nos moldou a voz.
Se nos deflagra e nos desdobra é porque brinca
empurrando sementes até aos olorosos rumos da flor.

Incansável sopro que nos cala e nos leveda o fôlego,
engendrando fala gosto corpo pensamento
ao seu jeito nimbado de constância flexível (desviante).

Damos nomes às coisas porque precisamos de
as estabilizar, de multifacetar o nome único do vento.
Assim as subtraímos à mutância incandescente do que são
(cada uma colada à límpida raiz móvel do seu vento).

Parido por que mãe, o vento que nos nasce?
Haverá nome capaz de criar a conjunção útero correnteza?

Ondas gazelas peixes pólen neblinas, todos os fogos se
acendem no caudaloso espaço desmedido desse imperceptível
caroço transparência, lugar de fluidez sem poiso (desarmado).

Se não sabemos Encontrar nem Desejar
é porque o nosso medo parou o Grande Vento.
De que seiva o roubámos ao negar-lhe
a via-Vida tumultuosamente láctea e cadente?

Tocado a 4 mãos a 4 passos, que começo criará que fim?
Que morte sangue e leite (aparição de esperma ou lágrima)
fora da tão áspera inteira e maternal nudez do vento?

Somos o tempo: a chaga nómada dessa
espantosa cratera deslizante, a assustada pequenez
onde se afunda ileso o vento em carne viva.

Que grito ou fome ou canto consentirá
transfigurar-se no universo deste entendimento?
(Sim, Entendi Vento!...)

A onde então? nem dentro nem fora,
dentro e fora, a sobejar e a contrair
o ondulante limite fraccional de cada forma,
fiel e infiel à descerteza.

Será o Vento orfão? talvez não.
Se um dia me deixar tocar pelo sabor
da mais penetrante e matricial inteligência,
então serei talvez sem chão nem céu nem parte.

Então serei só isso: Novidade isenta de tormento,
a esfacelada a indivisa a intensa a exultante
– A de Pé, A Mãe do Vento.